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 II Símposio da SIAEN
Resumos das Palestras

 

Palestras

 

Prof. Celso Martins Azar Filho (UFRRJ)

Email: cazarf@gmail.com

Título: Montaigne e as escolas helenísticas

Resumo: A conferência considera a posição singular de Montaigne com relação às diversas faces da tradição neoplatônica, examinando a apropriação e recombinação de alguns de seus vários e heterogêneos elementos nos Ensaios. Experimenta-se assim abrir um novo caminho para a sua leitura, contestando a corrente majoritária de interpretação da filosofia ensaística, ao relativizar sua face cética em relação à influência de outras correntes de pensamento recebidas pela obra montaigniana.

 

Prof. Cicero Cunha Bezerra  (UFS)

Email: cicerobezerra@hotmail.com

Título: Mística e literatura: o mundo e o imundo na A paixão segundo G.H de Clarice Lispector.

Resumo: Neste trabalho busco pensar a relação existente entre a tradição mística medieval, em particular, o pensamento de Mestre Eckhart e a obra A paixão segundo GH de Clarice Lispector. Longe de dirimir as diferenças inerentes ao pensamento de Eckhart e Clarice, o que me proponho é estabelecer, a partir de uma “tradição textual”, uma aproximação em que poeta e místico convergem em uma mesma experiência de mundo marcada pela superação da relação de objetividade que norteia a reflexão racionalista moderna, fundando, assim, uma compreensão particular do conhecimento que se define precisamente pelo “não saber”.

 

 

Profa. Claudia D’Amico (UBA, UNLP- CONICET, Argentina)

Email: claudiadamico@yahoo.com.ar

Título: Apofatismo y doble negación: de la escuela de Colonia a Nicolás de Cusa

Resumo: La negatio negationis como radicalización de la vía apofática es un tópico presente en el pensamiento de Proclo. Algunos autores de la Edad Media latina la formularon de distintos modos a partir de la recepción indirecta o directa de su pensamiento. Evaluaremos las distintas formulaciones que aparecen en algunos autores de la escuela de Colonia, especialmente Meister Eckhart y Bertoldo de Moosburgo, y la reformulación presente en Nicolás de Cusa. Para esta evaluación se tendrá en cuenta el contacto directo de los autores albertistas con el anónimo Liber de Causis, la Elementatio Theologica, Tria opuscula e In Parmenidem, y la relectura cusana de los mismos en consideración de un nuevo texto traducido al latin, Theologia platonis.

 

Prof. Cláudio Oliveira (UFF)

Email: claudio_oliveira@vm.uff.br

Título: Mística e Linguagem em Giorgio Agamben

Resumo: É a questão do limite da linguagem como o lugar em que uma experiência pode se dar que une, em Agamben, a questão da Mística com a questão da Linguagem. Algo como uma experiência muda, o que já implica a questão de saber se essa experiência é uma experiência de linguagem, se há uma conexão possível entre experiência e linguagem. O elemento que poderia fazer a conexão entre esses dois termos seria o místico. O místico como o lugar de uma experiência originária “daquilo que, no homem, está antes do sujeito, vale dizer, antes da linguagem”. É preciso, no entanto, entender o sentido desse “antes”. Agamben falará, mais propriamente, de um círculo. Não se trata de uma antecedência cronológica. Não se trata de um paraíso perdido. Ela é antes uma origem que coexiste com aquilo que ela origina. Não há, portanto, um momento em que o homem já estivesse ali e a linguagem ainda não. Não há também, por outro lado, uma linguagem em que o aparecimento do homem não fizesse diferença, em que não houvesse, no limite da linguagem, a possibilidade de uma experiência. O conceito de experiência vem marcar essa diferença: “a experiência é a simples diferença entre humano e lingüístico. Que o homem não seja sempre já falante, que ele tenha sido e seja ainda in-fante, isto é a experiência”.

 

Prof. Didier Ottaviani (ENS- Lyon, França)

Email: didier.ottaviani@wanadoo.fr

Título: La puissance de la langue chez Dante

Resumo: La pensée plotinienne avait mis en évidence l’impossibilité d’un discours portant sur l’Un, car ce dernier était au-delà de l’être. L’influence de ce néoplatonisme sur la pensée chrétienne, qui identifie l’Un et Dieu, a ainsi conduit à s’interroger sur la manière dont la langue humaine pouvait tenter d’appréhender le divin. Outre la tentative augustinienne pour fonder une rhétorique chrétienne spécifique, le rapport entre la théologie et le langage est également en question chez le Pseudo-Denys de l’Aréopage, qui explore la voie de la théologie négative et superlative. Fortement inspiré des métaphores de Denys, Dante est ainsi conduit s’interroger sur la manière dont la langue peut permettre de restituer le voyage métaphysique de la Divine comédie. Le choix de la forme poétique, de l’italien plutôt que du latin, mais aussi le parallélisme établi par le Poète entre la quête de Dieu et celle de la langue, font du Poème Sacré un creuset où se forge une langue nouvelle. De l’Enfer au Paradis, c’est ainsi une véritable traversée de la langue qui est proposée par Dante, ouvrant au terme de son périple sur une métamorphose de celle-ci, indispensable pour restituer l’expérience mystique du Paradis.

 

 

Prof. Eduardo Guerreiro Losso (UFRRJ)

Email: edugbl@msn.com

Título: Mística e linguagem da poesia moderna em Adorno
Resumo: Adorno pensou, em diversos ensaios, como peculiaridades da poesia moderna levam a uma experiência do inefável.  Tanto no plano sintático, como na estrutura paratática de Hölderlin, quanto  no plano sonoro, o ruído murmurante de Rudolf Borchardt (Ich habe nichts als Rauschen, ―”Nada tenho senão murmúrio”), a linguagem vai se dissociando do sentido e do conceito, choca o sujeito com o dado objetivo, imediato e involutário da expressão e provoca o “autoesquecimento do sujeito”. Nesse sentido, ele aproxima essa cristalização da “substância na linguagem em si” da “verdadeira língua da doutrina místico-judaica”. A base dessa comparação está no profícuo diálogo que Adorno teve primeiramente com Benjamin e depois com Scholem a respeito do modo de escrita de certas manifestações da mística judaica, que seria capaz de acionar um potencial infinito de remissão simbólica com vistas a negar toda imagem, símbolo e se unir a um princípio negativo, que estaria em germe, segundo Scholem, no neoplatonismo e na teologia negativa. Tal aproximação entre a linguagem poética e a linguagem mística foi reconhecida também por outros teóricos contemporâneos.
O nexo intrínseco entre a dissociação do sentido, a remissão analógica infinita e uma experiência inefável nos leva a estruturas semelhantes ao pensamento neoplatônico (especialmente sua motivação de um retorno ao Uno para além do lógos), de modo a nos fazer suspeitar de que há uma raiz neoplatônica comum de um complexo conceitual que se tornou determinante para teorizar a poesia moderna. Adorno, contudo, foi, a meu ver, quem melhor soube lidar com o problemas envolvidos em conceitos como mito, negatividade e subjetividade.

 

Prof. Faustino Teixeira (UFJF)

Email: fteixeira@uai.com.br

Título: O mistério e a palavra
Resumo: O objeto de minha reflexão será traçar alguns traços de familiaridade entre a mística e a poesia, sobretudo a experiência amorosa, o enamoramento das pequenas grandes coisas e a atenção delicada aos sinais do cotidiano.

 

Prof.  Jean-Marc Narbonne (Laval University, Canadá)

Email: Jean-Marc.Narbonne@fp.ulaval.ca

Título :   Les sources gnostiques-hermétiques du mysticisme plotinien

Résumo: Les études récentes montrent que plusieurs des éléments principaux du système philosophique plotinien font partie intégrante de l’Allogène et, en général, des écrits gnostiques notamment séthiens, par exemple l’idée, on l’a remarqué, d’un devenir-dieu, les procédés de la théologie négative et un usage métaphysique du Parménide de Platon, dont on sait le rôle structurant qu’il joue dans toute la philosophie néoplatonicienne.  Dans la gnose comme dans l’hermétisme, le rapport qui s’institue entre l’individu et le Dieu n’a plus rien d’extrinsèque mais implique au contraire une modification profonde de toute la personne.  Nous découvrons-là, semble-t-il, l’une des clés du mysticisme plotinien, que l’on peut caractériser comme une version intellectualisée et en quelque sorte dégrisée du mysticisme gnostico-hermétique.

 

Prof. John F. Finamore (University of Iowa, EUA)

Email: john-finamore@uiowa.edu

Título: Iamblichus and the Irrational:  The Continuity of a Platonic Tradition

Resumo: Iamblichus (c. 245-c. 325 C.E.) established a major school of Neoplatonism in Syria and is known primarily for transforming Neoplatonic philosophy from the rationalism of Plotinus and Porphyry into a religious/ritualistic magical practice.  E. R. Dodds, writing in the middle of the 20th Century, called Iamblichus' On the Mysteries "a manifesto of irrationalism."  Although there is certainly truth to Dodds' claim that Iamblichus favored an approach to philosophical enlightenment that depended heavily on ritualistic and religious beliefs, there is also much more rationalism in Iamblichus' writings than Dodds gave him credit for.  Further, the concept of the "irrational" in Platonism does not begin with Iamblichus but has a long tradition.  In this paper I will explore Iamblichus' use of rationalism and irrationalism in his philosophy, especially as it is expressed in his De Mysteriis, and will show how it is part of a larger Platonic tradition.  I hope to show that Iamblichus is not any more "irrational" than many of his Platonic predecessors and in many ways is more rational.

 

Prof. José Maria Zamora (U.A. Madrid)

Email: jm.zamora@uam.es

Título: La virtud y sus grados en Porfirio".

Resumen:En la Sentencia  32 Porfirio expone la doctrina de los grados de virtud que conocerá un desarrollo considerable en la posteridad. El punto de partida de esta doctrina lo toma de Plotino (En. I 2 [19]), pero aportando una serie de innovaciones. 1) Virtudes cívicas (πολιτικαί), es decir, las propias del ciudadano, conciernen al alma que debe vivir en un cuerpo, y posibilitan la vida en grupo. 2) Virtudes purificadoras (καθαρτικαί), es decir, las que permiten reducir al mínimo la unión del alma con las realidades inferiores, y su fin radica en la asimilación a lo divino. 3) Virtudes contemplativas (θεωρητικαί), es decir, las de aquel que ya es un contemplativo y cuya alma a partir de ese momento contempla lo inteligible. 4) Las virtudes paradigmáticas, es decir, las propias de la inteligencia, en tanto que inteligencia separada del alma, son los modelos de las que las virtudes del alma son las imágenes. En esta contribución analizaremos las particulares dificultades de interpretación de la doctrina porfiriana de los grados de virtud confrontado la Sentencia 32 con pasajes de Platón (Fedón 67b, República IV, 427e-444e, Teeteto 176a-b), Aristóteles, Estoicos, Plotino (En. I 2 [19]) y los Oráculos caldeos.

 

 

 

 

Prof. L. C. Bombassaro (UFRGS)

Email: luccas_99@yahoo.com

Título: Uno e Multiplo em Giordano Bruno

Resumo: O tema da unidade constitui  um dos núcleos metafísicos básicos do pensamento de Giordano Bruno, um dos mais importantes filósofos da Renascença. Tanto em seus escritos latinos quanto nos italianos, do Castiçal aos Furores heróicos, a relação entre o uno e o múltiplo perpassa todo o projeto filosófico de Bruno. No entanto, é em A causa, princípio e uno que esse tema assume uma importância fundadora para a filosofia bruniana. Vinculado à tradição neoplatônica, Bruno faz do uno um fundamento ontológico e um princípio epistemológico e ético. O uno que Bruno, juntamente com Parmênides, Plotino, Proclo e Ficino, estabelece como fundamento ontológico, é simultaneamente princípio e fim epistêmico, pois quem não dispõe nem investiga, nada entende, nada faz. Todo o movimento interno de tudo o que existe, seja ele físico-cosmológico, seja ele psíquico-epistêmico, que em todas as suas fases se relaciona com o único fundamento do ser, é focado na instância da alma e, respectivamente, na alma do mundo. Surge assim, no De la causa, uma distinção entre a absoluta unidade do primeiro princípio; a unidade igualmente “indivisível”, que cabe aos princípios relativos Deus, alma (cósmica) e matéria; e a unidade que, como universo, é a explicação viva e dinâmica da unidade absoluta.

 

 

Prof. Marco Lucchesi (UFRJ)

Email: marcolucchesi@terra.com.br

Título: Aproximações neoplatônicas com o Empíreo de Dante.
Resumo:Aspectos apofáticos e os desafios da poesia dantesca. Analogias e semelhanças com os grandes valores das perspectivas do(s) neoplatonismo(s) do humanismo florentino.

 

 

Prof. Marcus Reis Pinheiro (UFF)

Email: marcusreis@superig.com.br

Título: Ascese e Mística em Plotino       

Resumo: O nosso objetivo é apresentar de que maneira o discurso de dupla negação, presente em alguns textos que lidam claramente com a Mística em Plotino, remetem eminentemente à noção de trabalho-exercício (áskesis) pessoal. Apresentando, em um primeiro momento, elementos do que se pode entender por  áskesis em Plotino, a palestra visa em um segundo momento a uma análise de alguns trechos em Plotino sobre a união indistinta do homem com o primeiro princípio.

 

 

Profa. Maria Clara Bingemer (PUC-Rio)

Email: agape@puc-rio.br

Título: Simone Weil: linguagem mística e linguagem filosófica

Resumo: A filósofa francesa Simone Weil fará um percurso do agnosticismo ate uma experiência mística de ser tomada por Cristo.  Nesta comunicação apresentaremos os principais marcos através dos quais Simone Weil vai passando do Deus dos filósofos ao Deus da Revelação e a linguagem e as analogias que encontra para expressar a progressividade desta experiencia.  Nossa intencao é demonstrar que no pensamento e na experiencia de Simone Weil filosofia e mística nao se excluem, mas se tocam e se incluem reciprocamente.

 

 

Prof. Maria Manuela Brito Martins (Universidade Católica Portuguesa)

Email: mmartins@porto.ucp.pt

Título: O Neoplatonismo no pensamento de M. Heidegger

Resumo: O nosso propósito será de avaliar a importância do neoplatonismo na reflexão heideggeriana, de forma a podermos entender como a especulação neoplatónica augustiniana é um dos elementos fundamentais no pensamento de Heidegger, em particular, nalguns dos seus primeiros textos. A nossa abordagem não se deverá única e simplesmente limitar a um desenvolvimento das filiações histórico-filosóficas da corrente neoplatónica em Heidegger mas, sobretudo, o de explicitar a importância que esta reveste para a sua especulação, tendo como figura representativo do neoplatonismo, o pensamento de Agostinho.

 

Prof. Mauricio Marsola (Unifesp)

Email: mauriciomarsola@uol.com.br

Título: Os três tipos de homem em Plotino: exegese platônica e polêmica anti-gnóstica

Resumo: Podemos notar que Plotino tem diante de si uma dupla perspectiva que, do ponto de vista metodológico, pode ser compreendida em dois sentidos: a) um plano exegético positivo, relativo às fontes platônicas da tripartição da alma e dos tipos humanos; b) uma perspectiva crítica com relação à divisão gnóstica das raças de homens, que se apresenta em um amplo contexto polêmico, particularmente no tratado 33. Vale recordar que do ponto de vista gnóstico, trata-se de uma divisão entre os “eleitos”, isto é, os pneumáticos e o restante da humanidade, embora do ponto de vista da interpretação de tal concepção gnóstica haja divergências com relação à fixidez de tal divisão. Não nos deteremos propriamente na gnose, mas no modo como Plotino concebe essas três categorias de indivíduos, visando enquadrá-la precisamente nessa dupla perspectiva metodológica (exegética e polêmica ). A primeira torna possível refletir acerca do processo de formulação de tal tripartição plotiniana em sua atividade de leitor dos escritos platônicos. Do ponto de vista da segunda perspectiva, é válida a identificação dos argumentos positivos que Plotino opõe aos gnósticos, de tal modo que ambas os prismas iluminam-se mutuamente. O pano de fundo da discussão é a discussão acerca das implicações conceituais da diferença entre a "eleição" gnóstica e "anagogé" plotiniana.

 

 

Prof. Oscar Federico Bauchwitz (UFRN)

Email: neoplatonismo@bol.com.br

Título: Linguagem e Metafísica em Eriúgena

Resumo: O pensamento de Eriúgena convive com uma ambiguidade incontornável, antes trata-se da própria fundamentação de sua metafísica: por um lado, encontra-se uma perspectiva pela qual se entende a linguagem como o lugar próprio do ser, mas, por outro lado, compreende-se também que justamente o que não é, no sentido derivado da diferença  primordial que define a natureza, não se deixa conter nas definições da linguagem, vigorando deste modo em um não-lugar. A exposição procura apresentar ambos aspectos: a força predicativa da linguagem e a constituição conceitual de uma metafísica que conduz a uma meontologia.

 

 

Prof. Philippe Capelle-Dumont (Université de Strasbourg et Institut catholique de Paris)

Email: phc1111@wanadoo.fr

Título: Métaphysique et mystique chez Stanislas Breton 

Resumo : Cette conférence se propose d’examiner comment le mode d’articulation entre philosophie et théologie qui définit explicitement et selon des délimitations rigoureuses, le chemin de pensée original de Stanislas Breton, prend essentiellement corps dans la quête « métaphysique » et la pensée de la « mystique ». Prenant appui sur les lexiques différenciés de l’auteur, et en restituant les influences majeures que lui-même a revendiquées (néoplatonisme, bouddhisme de l’Ecole de Kyoto, christianisme scolastique), elle s’emploiera à dégager quelques traits principaux d’une pensée fondée dans la dialectique de l’esse in et de l’esse ad, inquiète de l’Un et de l’autre, tendue vers le Principe et le vide, exposée à l’agir politique et entée sur le dire poétique.

 

 

Prof. Wolfgang Bock (UFRJ)

Email: wolfgang.bock@thragos.de

Título: Tradition, Art and Mysticism in Walter Benjamin´s Theory of Language

Resumo: Benjamin formulates his thoughts about language in a heterogeneous mystical context he developed together with his friend, the Judaist Gershom Scholem. He wrote five longer explicit works on language: 1. On Language as Such and On the language of Man (1916); On the Mimetic Faculty (1933); The Task of the Translator (1923); Problems in the Sociology of Language: An Overview (1935) and the Introduction in The Origins of the German Mourning Play (1928). Especially the last work is the rest of a project about the meaning of Language in John Duns Scotus.

Benjamin develops his ideas in the context of scholastics and modern art; he also follows a double line of things hidden beyond the possibilities of speaking and a literarily of words and language. As the contemporary German philosopher, Kurt Flasch points out for the so-called mystic philosophers of the middle age like Meister Eckart and Dietrich von Frankenberg did not differ between mystic and scholastic philosophy; it was their way of expression. In a similar way Gershom Sholem, who explicates many of Benjamin's thought figures from a Jewish tradition, also sees everything said in the language, but in a kind of hidden state.

Benjamin is also using the old symbolic relation between significat and significant, which is close in God, but after the fall of language, which happened together with the loss of the paradise, this relation turned also in an allegoric state, which means an indirect relation of word and thing in speaking. In this perspective, he points out that all words and all letters have a sense of presentation, gesture and image and on the other hand, all significations of beings, things and nature can be read as a secret writing. This last thought is a fruit of thinking he explicates in his text On the Mimetic Faculty in which he uses a certain model of Neo-Platonism close to Astrology.

In this perspective, the surrealisms and other avant-garde movements for Benjamin are showing a certain sense of actualization of occultist thoughts; as well not as a field separated from traditional philosophy but in its heart as not lost in history but to be done now.

 

 

 

 

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